Cá se fazem... cá se pagam...
O AMOR...
Todos temos uma definição de amor... temos a nossa definição... se não for em palavras é em actos... mas sabemos bem que é aquele sentimento que nos faria cometer loucuras só para estar com a outra pessoa... aquele sentimento que nos torna irracionais, inconscientes... que nos faz cometer erros já cometidos... que fará da outra pessoa uma marca nas nossas vidas quer queiramos, quer não...
Depois também ouvimos outras definições como a de se ver tudo com um véu cor de rosa, de se ouvir música na nossa cabeça... de tudo nos correr melhor... coisas nas quais nem acreditamos se calhar... mas que quando nos começam a acontecer percebemos que "então isto é que é o amor"... que de facto descobrimos uma tolerância inegualável e desconhecida para os defeitos do outro... somos capazes de compreende-lo e apoia-lo... que de facto passam músicas infindáveis pela nossa cabeça e só apetece cantar... e todas as quizilias que tinhamos com quem nos rodeiam são esquecidas, relativizadas ao esquecimento e à irrelevância perante estar com ele... e tudo o que nos impeça de estar com ele nos irrita... e é uma perda de tempo...
Percebemos que eramos capazes de prescindir da nossa liberdade, dos nossos sonhos, da nossa independência em troca da depência de alguém que sinta o mesmo que nós... porque se isso acontecer então nunca vams ficar mal...
O TIMING...
Então percebemos que, de facto, é tudo uma questão de timing... o motivo por que amamos, mais do que a satisfação de expectativas... é uma conjuntura de oportunidades que nos fazem avançar a medo para as loucuras... loucuras essas que nos marcam... e que só acontecem porque houve oportunidade para acontecerem... e são estes actos que conscientemente sabemos que nos vão marcar, que inconscientemente nos roubam a inocência... e nos fazem crescer mais depressa que o aconselhado um sentimento que quando damos conta é incontrolável... e nós sabemos isso! e sabemos também que isso não é aconselhável... mas agarramo-nos ao significado que teve para nós certos momentos e tomamo-los como motivos suficientes para justificar tamanho sentimento... e esperamos, então, que esses momentos signifiquem tanto para a outra pessoa, como para nós...
Mas o que é timing para uns, não é timing para outros... o que tem significado para uns... JÁ não tem significado para outros...
E o que custa a esquecer a uns... a outros não custa, pq passa ao lado... ou pelo menos + ao lado... E aquilo que uns só conseguem esquecer sozinhos, outros esquecem melhor acompanhados...
A LUTA...
Depois o que custa é o facto de termos amado... e esse sentimento não ser mais do que um fardo... amámos sem saber bem como, nem porquê... mas amámos porque nos deixámos levar... apeteceu-nos... e depois não há mais volta... não há mais energia... e lamenta-se como é que tal foi possível em tão pouco tempo... que o nosso conceito de amor... e que a marca que queríamos ter de um amor forte esperava-se que durasse muito mais tempo... para que de facto tal pudesse acontecer... mas aconteceu!
E então compreendemos que estragámos a nossa ingenuidade infantil para sempre... que não voltaremos a nos entregar de forma tão inconsciente, apressada e despropositada... que por isso faremos menos loucuras... que erguemos uma muralha, ou pelo menos um muretozinho... que quer queiramos, quer não vai complicar a vida ao que vier a seguir...
E é aí que percebemos que não vale a pena nos marterizarmos, nem ficarmos inseguros quando percebemos de que de quem gostamos já gostou mais ou de forma mais arrebatadora de outra pessoa... porque se as coisas não tiverem acontecido da mesma forma na cabeça dessa pessoa de quem ele gostou demais... fica a mágoa por ter ficado marcado... mas não fica de todo o desejo de voltar!
Então... por este andar... chegaremos a um ponto em que já nada é simples e puro como antes foi... já ninguém se entrega ingenuamente... e já todos gostaram demais de alguém que não correspondeu... e se calhar só quando chegarmos a esse equilíbrio é que encontraremos o entendimento de que as coisas só se passam assim na "juventude" e a mágoa... por não sermos todos mais jovens...
E pelo que vejo... mesmo quando encontrarmos esse equlíbrio, não teremos paz... a luta nunca nos dará descanso... porque se já não nos afecta o "amor de juventude" porque também fomos vítimas do mesmo mal e compreendemo-lo... existirão outros factores que nos incomodaram... desde ex-namoradas que não se "mancam", ex-mulheres obcessivas... e novas mulheres que desnorteadas nos hão de tirar a paz... mesmo que não sejam correspondidas...
CÁ SE FAZEM... CÁ SE PAGAM...
Contudo... o que concluo é que ninguém sai imune... Quando achamos que já passou tempo suficiente e não compreendemos a dor de outra pessoa... fazem-nos o que em tempos nós já fizemos... e é aí que expressões que nos disseram como "Puxaste-me o tapete de baixo dos pés" tomam o seu significado máximo... Acabamos por perceber o que os outros sentiram com as nossas atitudes... e aprendemos a tomar atitudes mais certas...
Mais do que um desgosto de amor, mais do que uma marca... sem dúvida... isto foi uma grande lição...
Todos temos uma definição de amor... temos a nossa definição... se não for em palavras é em actos... mas sabemos bem que é aquele sentimento que nos faria cometer loucuras só para estar com a outra pessoa... aquele sentimento que nos torna irracionais, inconscientes... que nos faz cometer erros já cometidos... que fará da outra pessoa uma marca nas nossas vidas quer queiramos, quer não...
Depois também ouvimos outras definições como a de se ver tudo com um véu cor de rosa, de se ouvir música na nossa cabeça... de tudo nos correr melhor... coisas nas quais nem acreditamos se calhar... mas que quando nos começam a acontecer percebemos que "então isto é que é o amor"... que de facto descobrimos uma tolerância inegualável e desconhecida para os defeitos do outro... somos capazes de compreende-lo e apoia-lo... que de facto passam músicas infindáveis pela nossa cabeça e só apetece cantar... e todas as quizilias que tinhamos com quem nos rodeiam são esquecidas, relativizadas ao esquecimento e à irrelevância perante estar com ele... e tudo o que nos impeça de estar com ele nos irrita... e é uma perda de tempo...
Percebemos que eramos capazes de prescindir da nossa liberdade, dos nossos sonhos, da nossa independência em troca da depência de alguém que sinta o mesmo que nós... porque se isso acontecer então nunca vams ficar mal...
O TIMING...
Então percebemos que, de facto, é tudo uma questão de timing... o motivo por que amamos, mais do que a satisfação de expectativas... é uma conjuntura de oportunidades que nos fazem avançar a medo para as loucuras... loucuras essas que nos marcam... e que só acontecem porque houve oportunidade para acontecerem... e são estes actos que conscientemente sabemos que nos vão marcar, que inconscientemente nos roubam a inocência... e nos fazem crescer mais depressa que o aconselhado um sentimento que quando damos conta é incontrolável... e nós sabemos isso! e sabemos também que isso não é aconselhável... mas agarramo-nos ao significado que teve para nós certos momentos e tomamo-los como motivos suficientes para justificar tamanho sentimento... e esperamos, então, que esses momentos signifiquem tanto para a outra pessoa, como para nós...
Mas o que é timing para uns, não é timing para outros... o que tem significado para uns... JÁ não tem significado para outros...
E o que custa a esquecer a uns... a outros não custa, pq passa ao lado... ou pelo menos + ao lado... E aquilo que uns só conseguem esquecer sozinhos, outros esquecem melhor acompanhados...
A LUTA...
Depois o que custa é o facto de termos amado... e esse sentimento não ser mais do que um fardo... amámos sem saber bem como, nem porquê... mas amámos porque nos deixámos levar... apeteceu-nos... e depois não há mais volta... não há mais energia... e lamenta-se como é que tal foi possível em tão pouco tempo... que o nosso conceito de amor... e que a marca que queríamos ter de um amor forte esperava-se que durasse muito mais tempo... para que de facto tal pudesse acontecer... mas aconteceu!
E então compreendemos que estragámos a nossa ingenuidade infantil para sempre... que não voltaremos a nos entregar de forma tão inconsciente, apressada e despropositada... que por isso faremos menos loucuras... que erguemos uma muralha, ou pelo menos um muretozinho... que quer queiramos, quer não vai complicar a vida ao que vier a seguir...
E é aí que percebemos que não vale a pena nos marterizarmos, nem ficarmos inseguros quando percebemos de que de quem gostamos já gostou mais ou de forma mais arrebatadora de outra pessoa... porque se as coisas não tiverem acontecido da mesma forma na cabeça dessa pessoa de quem ele gostou demais... fica a mágoa por ter ficado marcado... mas não fica de todo o desejo de voltar!
Então... por este andar... chegaremos a um ponto em que já nada é simples e puro como antes foi... já ninguém se entrega ingenuamente... e já todos gostaram demais de alguém que não correspondeu... e se calhar só quando chegarmos a esse equilíbrio é que encontraremos o entendimento de que as coisas só se passam assim na "juventude" e a mágoa... por não sermos todos mais jovens...
E pelo que vejo... mesmo quando encontrarmos esse equlíbrio, não teremos paz... a luta nunca nos dará descanso... porque se já não nos afecta o "amor de juventude" porque também fomos vítimas do mesmo mal e compreendemo-lo... existirão outros factores que nos incomodaram... desde ex-namoradas que não se "mancam", ex-mulheres obcessivas... e novas mulheres que desnorteadas nos hão de tirar a paz... mesmo que não sejam correspondidas...
CÁ SE FAZEM... CÁ SE PAGAM...
Contudo... o que concluo é que ninguém sai imune... Quando achamos que já passou tempo suficiente e não compreendemos a dor de outra pessoa... fazem-nos o que em tempos nós já fizemos... e é aí que expressões que nos disseram como "Puxaste-me o tapete de baixo dos pés" tomam o seu significado máximo... Acabamos por perceber o que os outros sentiram com as nossas atitudes... e aprendemos a tomar atitudes mais certas...
Mais do que um desgosto de amor, mais do que uma marca... sem dúvida... isto foi uma grande lição...
A todos os que gostaram e não foram correspondidos...


2 Comments:
Yah... deve mesmo ser paixão... porque de facto não se ama o que se desconhece... e num mês ninguém conhece ninguém... ainda assim foi o mais próximo que tive de amar... e é a parte melhor de se gostar... a mais intensa... e a que nunca esquecemos!
Lol... evax, chocapic? LOL... não vamos falar do leite parmalat pois nao? enfim... lolol pancadas!!
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