Em caso de recaída: LER...
Ok... se amar parte muito da nossa cabeça... então esquecer também!
Há aquele momento mais ou menos nítido numa relação em que se sente que se está a ficar envolvido... e se escolhe: envolver, relaxar e deixar-me ir... ou ir com cuidado, nunca dar tudo logo para nunca se perder muito...
Racionalmente, escolhi a primeira... queria sentir, a probabilidade de resultar era grande... eras muito aquilo que eu procurava... e alguns promenores eu desconhecia, ou ignorava... mas a verdade é que constato agora que se são possíveis sim de ignorar... ajudam também bastante a esquecer-te...
Orgulhoso...
Ias fazer o mesmo exame que eu, porque tinhas essa cadeira em atraso... mas fizeste os possíveis para que eu não te ajudasse... era uma oportunidade óptima para estarmos juntos e estudarmos... e muito vantajosa para ti, porque eu podia tirar-te as dúvidas... evitaste-me!
Competitivo...
Okay... a minha média se calhar é alta demais... acabo o curso e se calhar ganho tanto quanto uma pessoa que acabou o curso com 14 ou 15... mas sinto-me realizada por dar o meu melhor! "Eu quero ver é como é se eu arranjar um emprego em que ganho mais que tu", disseste-me tu... Opah... fico feliz por ti se ganhares mais que eu... desde que parte dessa felicidade não seja porque me "superaste"... eu quero lá saber!!!
Sentimentos de inferioridade?...
Será que as tuas atitudes era isso que revelavam? Nunca percebi porquê... porque se não tinhas notas tão boas era porque se calhar trabalhavas ao fim-de-semana e eu não! Mas eras sempre "um dos melhores da turma"... e eu mostrava-te que ainda dava para se ter mais com alguma facilidade?...
Espírito de sacrifício...
Isto é uma qualidade... mas que entrava um pouco em conflito com a minha vivência! Não ter férias?... Passar os Verões a trabalhar? Não ter fins-de-semana...? Olhava para a tua vida, para a vida dos teus pais e... Não!!! Não quero essa vida para mim... Ou chegar às férias e acompanhar-te nessa vida de sacrifício porque achavas que era um negócio de família e meter empregados estava fora de questão!...
Falta de diálogo...
Eu lembro-me... desde o "very beguining" que sempre houve falta de assunto de conversa... as conversas mais interessantes que tinhamos era a falar da nossa família, da nossa história... mas pouco, muito pouco de nós, do que pensavamos... tinhamos quase medo de falar não fosse isso deitar abaixo as expectativas do outro... Nos intervalos substituíamos o diálogo pelos melosos beijos...
Falta de àvontade...
Eu não me sentia desinibida o suficiente contigo... tinha quase medo de contar uma piada qualquer ou qualquer coisa que eu tivesse achado graça e tu fizesses aquele ar de "isso não é correcto, não tem piada"... mas nem tudo o que tem piada é correcto, mas não deixa de ter piada... e retraía o meu lado mais doidinho para que não te afastasse...
Independente...
Passavas uma semana inteira fora de casa e eras capaz de não dizer nada aos teus pais, nem eles a ti... eu, a morar em casa, se chegasse um bocadinho mais tarde do que o previsto já estava a telefonar a avisar... uma questão de educação... para mim era natural e normal... para ti era um exagero!
Enfim... mesmo que nem tudo isto seja significativo... mesmo que fosse suportável... mesmo que eu gostasse apesar de tudo... se calhar o futuro que me esperava sería do tipo "tradicional" quase... sería eu sempre a cozinhar (porque ele passa a semana toda a ir à cantina, nunca cozinha nada para ele...), eu arrumaria a casa e cuidava sempre da roupa... qual ajuda dele?! Nas poucas semanas até achava graça e gostava de "cuidar de ti" e habituar-te mal... Chegavam as férias... ia ajudá-lo lá com a rotina mal cheirosa... e fazê-lo-ia com o gosto de estar com ele... mas acho que quero mais!!
Tenho esperanças de encontrar alguém mais como eu!...
Há aquele momento mais ou menos nítido numa relação em que se sente que se está a ficar envolvido... e se escolhe: envolver, relaxar e deixar-me ir... ou ir com cuidado, nunca dar tudo logo para nunca se perder muito...
Racionalmente, escolhi a primeira... queria sentir, a probabilidade de resultar era grande... eras muito aquilo que eu procurava... e alguns promenores eu desconhecia, ou ignorava... mas a verdade é que constato agora que se são possíveis sim de ignorar... ajudam também bastante a esquecer-te...
Orgulhoso...
Ias fazer o mesmo exame que eu, porque tinhas essa cadeira em atraso... mas fizeste os possíveis para que eu não te ajudasse... era uma oportunidade óptima para estarmos juntos e estudarmos... e muito vantajosa para ti, porque eu podia tirar-te as dúvidas... evitaste-me!
Competitivo...
Okay... a minha média se calhar é alta demais... acabo o curso e se calhar ganho tanto quanto uma pessoa que acabou o curso com 14 ou 15... mas sinto-me realizada por dar o meu melhor! "Eu quero ver é como é se eu arranjar um emprego em que ganho mais que tu", disseste-me tu... Opah... fico feliz por ti se ganhares mais que eu... desde que parte dessa felicidade não seja porque me "superaste"... eu quero lá saber!!!
Sentimentos de inferioridade?...
Será que as tuas atitudes era isso que revelavam? Nunca percebi porquê... porque se não tinhas notas tão boas era porque se calhar trabalhavas ao fim-de-semana e eu não! Mas eras sempre "um dos melhores da turma"... e eu mostrava-te que ainda dava para se ter mais com alguma facilidade?...
Espírito de sacrifício...
Isto é uma qualidade... mas que entrava um pouco em conflito com a minha vivência! Não ter férias?... Passar os Verões a trabalhar? Não ter fins-de-semana...? Olhava para a tua vida, para a vida dos teus pais e... Não!!! Não quero essa vida para mim... Ou chegar às férias e acompanhar-te nessa vida de sacrifício porque achavas que era um negócio de família e meter empregados estava fora de questão!...
Falta de diálogo...
Eu lembro-me... desde o "very beguining" que sempre houve falta de assunto de conversa... as conversas mais interessantes que tinhamos era a falar da nossa família, da nossa história... mas pouco, muito pouco de nós, do que pensavamos... tinhamos quase medo de falar não fosse isso deitar abaixo as expectativas do outro... Nos intervalos substituíamos o diálogo pelos melosos beijos...
Falta de àvontade...
Eu não me sentia desinibida o suficiente contigo... tinha quase medo de contar uma piada qualquer ou qualquer coisa que eu tivesse achado graça e tu fizesses aquele ar de "isso não é correcto, não tem piada"... mas nem tudo o que tem piada é correcto, mas não deixa de ter piada... e retraía o meu lado mais doidinho para que não te afastasse...
Independente...
Passavas uma semana inteira fora de casa e eras capaz de não dizer nada aos teus pais, nem eles a ti... eu, a morar em casa, se chegasse um bocadinho mais tarde do que o previsto já estava a telefonar a avisar... uma questão de educação... para mim era natural e normal... para ti era um exagero!
Enfim... mesmo que nem tudo isto seja significativo... mesmo que fosse suportável... mesmo que eu gostasse apesar de tudo... se calhar o futuro que me esperava sería do tipo "tradicional" quase... sería eu sempre a cozinhar (porque ele passa a semana toda a ir à cantina, nunca cozinha nada para ele...), eu arrumaria a casa e cuidava sempre da roupa... qual ajuda dele?! Nas poucas semanas até achava graça e gostava de "cuidar de ti" e habituar-te mal... Chegavam as férias... ia ajudá-lo lá com a rotina mal cheirosa... e fazê-lo-ia com o gosto de estar com ele... mas acho que quero mais!!
Tenho esperanças de encontrar alguém mais como eu!...


3 Comments:
merecemos sempre mais!!!!
LOL!! É a tua opinião! Mas permite-me discordar! "Cada um tem o que merece" ! Nós só merecemos o que realmente merecemos!! Temos alguém que pode se assemelhar bastante a nós e mesmo assim não ser o melhor para nós, aliás sempre ouvi dizer "polos opostos atraiem-se"!
É do tipo... ele durante a semana vive numa casa alugada por causa da faculdade, ao fds vai para casa dos pais... o que acho estranho é mesmo da parte dos pais também... passar uma semana e não telefonarem ao filho para saberem se ele está bem ou não! É uma questão de educação...
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