O que as romãs podem fazer por si
Pois é, pois é...
Este artigo saiu no Destak, dia 15 de Novembro de 2005... Deliciem-se! lol
"O sumo das romãs pode ajudar a diminuir o cancro da próstata, revelou uma investigação recente. Este fruto ancestral tem muitos benefícios para a saúde.
Não se dá muito por elas nos mercados ou nas feiras, mas desde Outubro que se entrou na época das romãs. E até ao fim de Dezembro, pode aproveitar-se ao máximo tudo o que de bom o fruto acrescenta à saúde.
Ciência testa as romãs
Um estudo da Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, publicada na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", acrescentou mais um dado ao senso comum: o sumo das romãs ajuda a desacelarar o cancro da próstata, o mais comum nos homens portugueses, com cerca de 1800 mortes por ano.
Dados anteriores revelaram que o consumo de romãs também combatia tumores na pele e que um copo de sumo por dia diminui os riscos de doenças cardiovaculares. Nas experiêncais com cobaias, com o cancro na próstata como objecto de estudo, seguiram-se os seguintes passos: os cientistas testaram primeiro o efeito do sumo em culturas de células humanas doentes e descobriram que o extracto as destruía; depois, injectaram células humanas doentes em ratos e administraram a um grupo de controlo uma dose de água com 0,1 ou 0,2 por cento de sumo de romã. O avanço do cancro foi reduzido de forma significativa no grupo dos que receberam a maior dose. Os próximos testes já deverão ser feitos em seres humanos.
Fruto da moda em 2004
A revista americana "In Style", no ínicio de 2004, determinou que a romã passava a estar na moda e nunca se venderam tantas como até aí nos Estados Unidos. E para os mais variados fins. Uma das protagonistas da série, de "O Sexo e a Cidade", Charlotte perfumou-se de romã e o produto, lançado pouco depois no mercado, foi o mais procurado nas lojas da marca. Na festa de ano novo da produtora da série, uma das bebidas mais procuradas foi a "marguerita" de romã, que passou de imediato para os menus de bares e restaurantes de Nova Iorque. As suas várias aplicações levaram a que o fruto-fenómeno fosse capa da revista "Time" pouco tempo depois.
Se não fossem os cientistas japoneses a explicar que para os efeitos pretendios cada mulher teria de comer 700 romãs por dia, o fruto teria desaparecido do país do sol nascente em pouco tempo por ter sido confirmado que era o único que produzia estrogéneo. As mulheres nipónicas na menopausa - é a ausência da hormona que provoca desconforto, fragilidade óssea, mau humor e insónia - correram aos mercados para levar todas as romãs que viram.
O aparecimento da romã
A romãzeira pertence à família das mirtáceas e cultiva-se em grandes quantidades no Sul da Europa e no Norte de África. Nos textos do antigo Egipto encontra-se mencionada sob o nome de "schedech-it", uma espécie de limonada que obtinha da polpa, um pouco ácida e refrescante. No templo de Salomão foi usada como motivo decorativo, mas também é antigo o seu uso terapêutico. Já Hipócrates (460 a 377 a. C.) empregava o sumo nos doentes de estômago.
A romã deve ter sido introduzida na Península Ibérica pelos árabes, a partir de 711. A cidade de Granada, fundada pelos mouros no século X, tirou o nome precisamente da romã (em espanhol "granada") e usou a sua imagem no brasão de armas. METRO"
Pois é... afinal quem lia "pornogranate" não tava assim tão longe dos factos científicos, pois este fruto pode produzir estrogéneo... em quadros da antiguidade as romãs eram mesmo pintadas como símbolos de fertilidade!!
Se quisermos ir mais longe... eu nasci na época das romãs!! lool Kidding! :-P
E como não há coincidências... isto é deveras assustador... mas para quem não sabe, eu já entreguei a minha ficha de candidatura para o Programa Erasmus... e agora vem a parte melhor: as minhas opções foram:
1) GRANADA :-O
2) Sevilha
3) Barcelona
Às vezes os tiros no escuro (como a escolha deste nick!)... podem dar origem a coincidências engraçadas!! Muito engraçadas de facto...
Não se dá muito por elas nos mercados ou nas feiras, mas desde Outubro que se entrou na época das romãs. E até ao fim de Dezembro, pode aproveitar-se ao máximo tudo o que de bom o fruto acrescenta à saúde.
Ciência testa as romãs
Um estudo da Universidade de Wisconsin, Estados Unidos, publicada na revista "Proceedings of the National Academy of Sciences", acrescentou mais um dado ao senso comum: o sumo das romãs ajuda a desacelarar o cancro da próstata, o mais comum nos homens portugueses, com cerca de 1800 mortes por ano.
Dados anteriores revelaram que o consumo de romãs também combatia tumores na pele e que um copo de sumo por dia diminui os riscos de doenças cardiovaculares. Nas experiêncais com cobaias, com o cancro na próstata como objecto de estudo, seguiram-se os seguintes passos: os cientistas testaram primeiro o efeito do sumo em culturas de células humanas doentes e descobriram que o extracto as destruía; depois, injectaram células humanas doentes em ratos e administraram a um grupo de controlo uma dose de água com 0,1 ou 0,2 por cento de sumo de romã. O avanço do cancro foi reduzido de forma significativa no grupo dos que receberam a maior dose. Os próximos testes já deverão ser feitos em seres humanos.
Fruto da moda em 2004
A revista americana "In Style", no ínicio de 2004, determinou que a romã passava a estar na moda e nunca se venderam tantas como até aí nos Estados Unidos. E para os mais variados fins. Uma das protagonistas da série, de "O Sexo e a Cidade", Charlotte perfumou-se de romã e o produto, lançado pouco depois no mercado, foi o mais procurado nas lojas da marca. Na festa de ano novo da produtora da série, uma das bebidas mais procuradas foi a "marguerita" de romã, que passou de imediato para os menus de bares e restaurantes de Nova Iorque. As suas várias aplicações levaram a que o fruto-fenómeno fosse capa da revista "Time" pouco tempo depois.
Se não fossem os cientistas japoneses a explicar que para os efeitos pretendios cada mulher teria de comer 700 romãs por dia, o fruto teria desaparecido do país do sol nascente em pouco tempo por ter sido confirmado que era o único que produzia estrogéneo. As mulheres nipónicas na menopausa - é a ausência da hormona que provoca desconforto, fragilidade óssea, mau humor e insónia - correram aos mercados para levar todas as romãs que viram.
O aparecimento da romã
A romãzeira pertence à família das mirtáceas e cultiva-se em grandes quantidades no Sul da Europa e no Norte de África. Nos textos do antigo Egipto encontra-se mencionada sob o nome de "schedech-it", uma espécie de limonada que obtinha da polpa, um pouco ácida e refrescante. No templo de Salomão foi usada como motivo decorativo, mas também é antigo o seu uso terapêutico. Já Hipócrates (460 a 377 a. C.) empregava o sumo nos doentes de estômago.
A romã deve ter sido introduzida na Península Ibérica pelos árabes, a partir de 711. A cidade de Granada, fundada pelos mouros no século X, tirou o nome precisamente da romã (em espanhol "granada") e usou a sua imagem no brasão de armas. METRO"
Pois é... afinal quem lia "pornogranate" não tava assim tão longe dos factos científicos, pois este fruto pode produzir estrogéneo... em quadros da antiguidade as romãs eram mesmo pintadas como símbolos de fertilidade!!
Se quisermos ir mais longe... eu nasci na época das romãs!! lool Kidding! :-P
E como não há coincidências... isto é deveras assustador... mas para quem não sabe, eu já entreguei a minha ficha de candidatura para o Programa Erasmus... e agora vem a parte melhor: as minhas opções foram:
1) GRANADA :-O
2) Sevilha
3) Barcelona
Às vezes os tiros no escuro (como a escolha deste nick!)... podem dar origem a coincidências engraçadas!! Muito engraçadas de facto...


0 Comments:
Enviar um comentário
<< Home